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Devocional do dia
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DOMINGO 25 JUNHO
Isto, pois, é o que oferecereis sobre o altar: dois cordeiros de um ano, cada dia, continuamente... Este será o holocausto contínuo por vossas gerações, à porta da tenda da congregação, perante o Senhor, onde vos encontrarei, para falar contigo ali Êxodo 29:38,42

OS HOLOCAUSTOS DIÁRIOS

Os holocaustos da manhã e da tarde eram sacrifícios diários, e nunca deveriam ser interrompidos. Essa é a sexta instrução no livro de Êxodo, onde o Senhor especifica que tinham que ser contínuos. Esse sacrifício representava o fundamento moral e legal sobre o qual Deus podia habitar entre Seu povo redimido. Tanto o sacrifício da manhã (às nove horas) e aquele “entre as duas tardes” (após as três horas da tarde) eram ofertas queimadas. Elas deveriam ser sem defeito e supriam uma forma de entrada, pois estavam claramente vinculadas à porta da tenda da congregação.
Em todos os detalhes os direitos de Deus eram plenamente satisfeitos; tudo era feito “diante do Senhor”. Com base nisso Deus disse a Moisés que Ele se encontraria com ele ali e falaria com ele. Depois, esse encontro aconteceu (Números 7:89; cf. Êxodo 25:22) e aprendemos também que Moisés falou ao Senhor. Isso é uma bela ilustração da liberdade que os crentes têm em se comunicar com Deus. O versículo de hoje nos mostra que tal privilégio nunca pode ser separado da obra maravilhosa feita por Cristo na cruz.
Além do mais, junto com esse sacrifício acontecia uma oferta de flor de farinha, que nos lembra da perfeita humanidade do Senhor. A mesma era misturada com azeite, pois a vinda de Jesus foi predita pelo Espírito Santo como ilustrado pelo azeite de oliva. Além disso, Cristo foi concebido, preservado, conduzido e ungido pelo Espírito. Seu sacrifício, ressurreição e exaltação foram realizadas no poder do Espírito Santo. Tudo isso era acompanhado por vinho (alegria) e supria plena satisfação a Deus (aroma agradável), uma base a ser lembrada sempre.

Filipenses 3:1-11

Além de homens de Deus como Timóteo e Epafrodito, que deviam ser recebidos e honrados (2:29; 1 Coríntios 16:15-18), havia também “maus obreiros” em relação aos quais era necessário acautelar-se. Estes pregavam a religião de obras, a qual leva o homem a confiar na carne e a se alimentar da consideração dos homens. Mas se alguém possuía títulos humanos que podia fazer valer, esse era precisamente Paulo, judeu que pertencia ao círculo mais elevado, grande respeitador da doutrina judaica e zeloso no que diz respeito à lei… Ele descreve todas essas vantagens como em um grande livro de contabilidade, desenha uma linha debaixo de tudo e escreve a palavra “perda”. Do mesmo modo que basta que o sol se levante para fazer desaparecer gradualmente todas as estrelas, um único Nome, o de Cristo glorificado, oculta desde então todas as pobres vaidades terrenas de coração humano; elas são contadas não apenas como sem valor, mas como “refugo”. E não é um grande sacrifício renunciar a algo que se considera um monte de lixo. Que o Senhor ensine a nos despojar alegremente — como Bartimeu fez quando lançou fora a sua capa — de tudo aquilo que consideramos para nossa própria reputação e justiça (mas que não é mais que “o EU consertado e polido” — J. N. Darby). Este é o preço de poder “conhecê-Lo”… e segui-Lo em Seu caminho de renúncia, sofrimento e morte, mas também de ressurreição (Mateus 16:21, 24).