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QUARTA-FEIRA 20 SETEMBRO
Vinde, vede um homem que me disse tudo quanto tenho feito... E muitos dos samaritanos daquela cidade creram nele, pela palavra da mulher, que testificou: Disse-me tudo quanto tenho feito João 4:29,39

DISSE-ME TUDO QUANTO TENHO FEITO

Certamente não temos pressa em encontrar alguém que pode nos dizer tudo o que temos feito: tudo, não apenas o que outros perceberam, mas também aquilo que foi mantido em segredo. Dizerme tudo, sejam atos, pensamentos ou desejos. Sem dúvida nós deveríamos temer que tal pessoa nos despreze e desaprove, mesmo no caso de nosso crítico juiz não ser melhor do que nós mesmos.
Bem, aqui está Alguém que sabe todas as coisas; Ele pode ler as partes mais íntimas de nosso coração e conhece nossos segredos mais cuidadosamente guardado. Ele é Aquele que pode nos condenar e nos deixar sem nenhuma desculpa, uma vez que Ele mesmo é irrepreensível. Ele viveu no mesmo mundo, mas não cometeu nenhum pecado.
Seu desejo não é nos condenar nem nos julgar; Ele deseja nos salvar. Ele é o Senhor Jesus. Venha até Ele se você ainda não fez isso.
Você pode contar a Ele tudo o que tem feito. Ele irá te falar tudo o que Ele tem feito por você. Ele colocou nossos pecados em Sua própria conta e levou os mesmos diante de Deus, sofrendo o justo castigo que se encontrava sobre nós. Ele morreu por nós; e nós podemos ser salvos por Sua morte. Vale mesmo a pena conhecê-Lo hoje.
O Senhor Jesus disse: “Eu vim, não para julgar o mundo, mas para salvar o mundo” (João 12:47).

2 Pedro 1:1-11

Pedro inicia sua segunda epístola relembrando os cristãos sobre as riquezas das quais o Senhor os fez participantes, a saber, a preciosa fé (v. 1), “todas as coisas” que conduzem à vida e à piedade (v. 3) e as “preciosas e mui grandes promessas” (v. 4). A nossa fé, que se apropria das bênçãos de Deus, não deve ser infrutífera. É necessário que a ela se adicione energia, chamada de virtude, a fim de alcançar o conhecimento (tema central da epístola). Ao mesmo tempo, é essencial que tenhamos domínio próprio e paciência a fim de aprendermos a permanecer firmes, sem, contudo, desfalecer. É dentro dessa atmosfera espiritual que desenvolvemos os nossos relacionamentos: (1) com o Senhor: a piedade; (2) com os irmãos: a fraternidade; (3) com todos: o amor. Estes sete complementos da fé formam um todo, assim como os elos de uma corrente. A ausência de apenas um destes complementos traz conseqüências dramáticas para um cristão, deixando sua vida espiritual míope, ineficiente e infrutífera. Ele não consegue enxergar longe; sua fé não consegue distinguir no horizonte a cidade celestial, o fim da peregrinação cristã (veja Hebreus 11:13…). Os portões eternos já foram abertos para Cristo, o Rei da glória (Salmo 24:7, 9). Que Ele nos conceda uma entrada abundante em Seu reino eterno quando chegar a nossa vez.