A semente é a Palavra de Deus

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SEXTA-FEIRA 20 OUTUBRO
Achaste mel? Come só o que te basta; para que porventura não te fartes dele, e o venhas a vomitar. Provérbios 25:16

A DOUÇURA DO MEL

O mel é produzido pelas abelhas operarias para o benefício de toda a colmeia. Essa é uma preciosa imagem da unidade da Igreja de Deus, cada indivíduo trabalhando para que todos sejam abençoados! O mel nos fala da doçura do ministério da Palavra de Deus, do compartilhar daquilo que cada santo tem por meio da busca diligente da Palavra. Contudo, isso é quase sempre infelizmente misturado com algo da carne. Mas todo ministério humano tem suas limitações. Nós não podemos viver inteiramente na dependência de um homem de Deus, nós precisamos tomar cuidado para não sermos saturados com seus conceitos. De fato, o melhor é buscar a palavra de Deus por nós mesmos.
As próprias Escrituras nunca irão nos adoecer, apesar que os pensamentos dos homens acerca dela possam fazer isso. A Palavra é: “Mais doces do que o mel e o licor dos favos” (Salmo 19:10): ela permanece muito acima de todos os ministérios. A Palavra de Deus é pão, leite, comida sólida, água, ou seja, tudo que é necessário para satisfazer nossas necessidades diárias. Nada pode substituí-la. Se nos atrevermos a dar ao ministro o lugar que a Palavra deve ocupar, logo começaremos a vomitá-la. Mas o mel é bom quando usado com moderação, junto com o pão e outros alimentos sólidos.
O mel tinha que ser excluído das ofertas do Antigo Testamento. Os pensamentos mais doces do homem acerca da oferta não devem ter nenhum lugar junto com a própria oferta, do mesmo modo que o fermento (corrupção) também não era permitido (Levítico 2:11). Entretanto, no caso de Jônatas, o mel era capaz de iluminar seus olhos, quando consumiu apenas um pouco que recolheu com a ponta de seu cajado (1 Samuel 14:27). E o Senhor se alegra em notar que dos lábios de Sua noiva manam “favos de mel” (Cantares 4:11).

Apocalipse 9:1-21


Alguns comentaristas têm dado a estes capítulos as mais fantasiosas interpretações, esforçando-se particularmente para enquadrar as profecias aos acontecimentos contemporâneos. Convém lembrar que toda esta terceira parte da visão de João acontece no futuro. Diz respeito somente ao intervalo de alguns anos que haverá entre a vinda do Senhor para buscar a sua igreja e o início de seu reinado milenar.

A quinta trombeta, ou o primeiro “ai” (V. 12), liberta do abismo um enxame de gafanhotos medonhos, instrumentos diretos de Satanás, os quais infligem aos judeus ímpios um tormento moral pior que a morte. Ao mesmo tempo, os ferrões e as caudas semelhantes a escorpiões (V. 10) ou serpentes (V. 19) representam doutrinas enganosas e venenosas, pérfidas armas que Satanás empregará como nunca (comparar Isaías 9:15). Ao soar da sexta trombeta surgem cavalos fantásticos que cospem fogo, fumaça e enxofre, e deixam atrás de si um rastro de morte. Seus cavaleiros usam couraças (V. 9,17), ilustração da consciência cauterizada.

O emprego de uma trombeta para anunciar esses juízos indica que se trata de advertências para os homens. Contudo, o coração dos homens está tão endurecido que nem mesmo esses desastres sem precedentes os levarão ao arrependimento (V. 20,21).