Os relógios de pulso, de mesa e de parede são parte da nossa vida cotidiana. O trabalhador procura chegar no horário em seu trabalho, o cozinheiro programa a duração do cozimento de um prato e a mãe sabe a que horas os filhos saem do colégio. Depois do rudimentar relógio de sol, surgiu o relógio como tal, inventado por uns monges perto do fim do século XIII. Esses instrumentos geniais foram montados com o objetivo de fixar o tempo de suas orações.

Assim, se somos exortados a orar todo o tempo, é importante que reservemos alguns momentos preciosos durante o dia, para nos dirigirmos a Deus. O profeta Daniel tinha o costume de marcar seus dias por meio de três momentos de oração. Sem fazer disso uma lei, podemos imitá-lo. Começando de manhã, com oração leiamos a Palavra de Deus. Davi dizia: “Ó Senhor, pela manhã apresentarei a ti minha oração, e vigiarei” (Salmo 5:3).

Portanto, a ajuda de Deus se percebe em nossas tarefas cotidianas. Ao meio dia, na hora do almoço, temos uma ocasião a mais para dar graças a Deus. Ao final de um dia de trabalho, geralmente, é o momento que as famílias escolhem para reunirem-se. Essa é uma nova oportunidade para expressarmos nossa confiança em Deus, para expor-Lhe nossas dificuldades e interceder por aqueles que estejam passando por situações difíceis. Reservemos esses momentos ao longo do dia, para falar com nosso Deus e escutá-Lo.