Um prisioneiro escreveu na parede de sua cela: “Creio no sol mesmo quando não brilha. Creio em Deus mesmo quando se cala”.

“Durante um período sombrio em minha vida passei muito tempo orando, mas tinha a impressão que Deus me deixava sozinho com minhas provas e meus fardos. Era a noite escura da minha alma. Então escrevi para minha mãe para contar-lhe meu problema. Jamais me esquecerei de sua resposta: Meu filho, frequentemente Deus se afasta de nós para provar a nossa fé. Ele quer que confies nEle mesmo em meio à escuridão. Agora, meu filho, estende tua mão nas trevas e verás que a mão dEle está ali para socorrer-te”.

“Senhor nunca nos deixe esquecer que também falas quanto te calas”.

Sim, os planos de Deus podem incluir tempos de espera que parecem intermináveis, antes de vê-lo intervir. Talvez, às vezes digamos, como Habacuque: “Até quando, Senhor, clamarei eu, e tu não me escutarás?... e não salvarás?” (Habacuque 1:2). Mas o silêncio não é sinônimo de ausência, e muito menos de abandono. A fidelidade de Deus é perene. Tenhamos fé em Deus. Mesmo que estejamos num túnel muito escuro, saibamos que Ele está realmente ali ao nosso lado.