Judeus, que buscavam seguir fielmente a Lei, tentavam dispensar o evangelho pregado pelos discípulos do Senhor Jesus por várias objeções. A Lei de Moisés, com todas suas exigências, tinha sido entregue pelo próprio Deus. Então, eles assumiam que o evangelho da graça de Deus não podia ser verdadeiro, uma vez que invalidava a Lei. A resposta de Paulo, como registrada acima, era: não! Nós não invalidamos a Lei nem a tornamos ineficaz; pois a fé como pregada no evangelho, confirma a Lei.

  A Lei estabelece as exigências santas e justas de Deus para a raça humana. O evangelho confirma a justiça dessas exigências. A Lei nos mostra que Deus é santo e que precisa punir o pecado. O evangelho mostra que a ira de Deus sobre o pecado é algo sério. A Lei revela a pecaminosidade humana. O ponto de partida do evangelho é a culpa do homem; ele oferece ao ser humano a mensagem da salvação.

  A própria Lei mostrava que o perdão era impossível sem um sacrifício vicário. O evangelho nos mostra Jesus Cristo que se tornou a oferta substituta para todos aqueles que creem nEle. Em resumo, a Lei de Deus nunca foi tão enfaticamente honrada e confirmada quanto na morte de Jesus Cristo. No Calvário, as exigências da Lei foram reconhecidas como justas em toda a sua extensão, e Cristo sacrificou Sua vida para pagar a dívida por completo.

  Qual é a posição dos crentes com relação à Lei é uma outra questão. Leitores interessados poderão encontrar a resposta em Romanos 6:8.