Eu sou a videira verdadeira, e meu Pai é o lavrador. Toda vara em mim que não dá fruto, a tira; e limpa toda aquela que dá fruto, para que dê mais fruto.
João 15:1–2
MEDITAÇÕES SOBRE O LIVRO DE EZEQUIEL (Leia Ezequiel 14:12–23; 15:1–8)
O Sᴇɴʜᴏʀ torna Seu servo consciente dos “maus juízos” que Ele tem reservado: a espada, a fome, as feras e a peste (v. 21). E Ele declara que até mesmo a presença de três homens de Deus tão notáveis como Noé, Daniel e Jó não seria suficiente para livrar a terra culpada. O Sᴇɴʜᴏʀ vincula os nomes dessas três testemunhas excepcionais, que viveram em períodos muito diferentes (Daniel ainda vivia na Babilônia), para lembrá-los de que o temor de Deus e a justiça podem ser praticados em todas as eras, mesmo naquelas tão escuras como a que precedeu o dilúvio, e que Ele iria lhes responder com libertação individual (Pv 11:8). Assim, ninguém tem o direito de desculpar o seu comportamento usando como base as circunstâncias em que vive e as influências exercidas sobre ele.
No capítulo 15, o símbolo da videira, representando Israel, é retomado (17:6; 19:10). Visto que não havia nenhum fruto, pelo menos sua madeira poderia ser aproveitada (v. 3)? De maneira nenhuma! Ela não tem valor, só é bom para ser queimada. Destino terrível para os ramos estéreis da videira de Israel… e daqueles que o Pai será obrigado a tirar da Videira Verdadeira! (Jo 15:1–2).
