Balança enganosa é abominação para o Sᴇɴʜᴏʀ, mas o peso justo é o seu prazer. Porque o Sᴇɴʜᴏʀ é o Deus de conhecimento, e por ele são as obras pesadas na balança.

Provérbios 11:1; 1 Samuel 2:3

No supermercado

Em pé na fila do caixa de um supermercado, tive motivos para desconfiar que a senhora bem-vestida, que estava na minha frente, havia escondido alguns produtos em sua bolsa. O caixa não percebeu. Algo assim é considerado “desaparecimento de mercadoria”.

Se realmente foi um caso de furto, então houve uma Testemunha da qual isso não escapou: Deus. Ele viu tudo; para Ele isso é roubo, nada mais.

Qualquer forma de engano é punida de acordo com as leis do homem. Apesar disso, acontecem numerosos casos de enganação todos os dias, e a estrita honestidade para com os outros é frequentemente considerada depreciativamente como ingenuidade ou fraqueza. No final das contas, as coisas só seriam vantajosas para todos se tudo fosse feito de maneira honesta e correta. Mas Deus toma nota de tudo, desde a mais leve ofensa à honestidade até a maior fraude, e Sua Palavra afirma inequivocamente que “balança enganosa é abominação para o Sᴇɴʜᴏʀ”.

Aquela senhora ficaria muito surpresa se soubesse que um dia receberia uma conta não paga, não do gerente, mas de Deus, cujos livros contábeis estão corretos e atualizados. É tolice acreditar que qualquer coisa possa ser escondida dEle. E além do julgamento que virá, as práticas desonestas não valem à pena, porque uma consciência limpa não tem preço.