Jesus de Nazaré... ao qual mataram, pendurando-o num madeiro.

Atos 10:38–39

Quem é Jesus de Nazaré (3)

Este foi o breve relato do apóstolo Pedro acerca da morte de Jesus: crucificado e assassinado! Foi esse o fim do Homem que só fez bem ao povo de Sua nação, mas foi repelido e odiado pelos que ocupavam cargos de responsabilidade?

No final de Sua vida, até mesmo uma grande multidão exigiu do governador a morte de Jesus. Portanto, toda a nação tornou-se culpada do assassinato do Filho de Deus. E, como se não bastasse, entenderam como apropriada para Ele o tipo de morte mais cruel e agonizante: a crucificação.

Nem mesmo outras nações podem ser consideradas inocentes quanto à execução de Jesus. Pilatos, o representante do governo romano na Palestina, era o chefe da Suprema Corte e cometeu o crime de abuso de poder quando viu a sua carreira ameaçada. Por essa perspectiva, a vida de outra pessoa tornou-se insignificante, como costuma ser o caso. Aqui, porém, tratava-se do Senhor da glória, o Filho de Deus. Pilatos deve ter tido uma premonição acerca da posição e dignidade extraordinária daquela Pessoa, mas cedeu à pressão e tornou-se culpado. Os soldados romanos que executaram a pena também eram culpados, assim como todos os que não se dissociaram desse crime.

A cruz do Calvário influencia a nossa época. Não deixará o mundo em paz. Ainda há pessoas que, consumidas pela culpa, recorrem ao Crucificado a fim de obter o perdão. Ele ocupa um lugar proeminente nos pensamentos de Deus. Como você se posiciona com relação a isso?

(Continua dia 21/6)