Deus... segundo a sua grande misericórdia, nos gerou de novo para uma viva esperança.
1 Pedro 1:3
Uma esperança confiável
Todos os anos, na primavera, nos alegramos com a visão do esplendor das flores nas árvores frutíferas. Os galhos estão cheios de flores promissoras. Quando então o vento remove as pétalas das flores, notamos sinais de frutos brotando aqui e ali. Poucos meses depois, no entanto, nossas expectativas não foram totalmente cumpridas. O fruto não era tão abundante quanto a flor; nem era tudo da melhor qualidade. Muitos frutos eram pequenos, manchados ou repletos de vermes.
Geralmente os filhos também dão muita alegria aos pais nos primeiros anos. Enquanto são bem pequenos, podem ser facilmente guiados; eles sorriem, são felizes e inocentes. Mas, à medida que a vontade própria aumenta, vemos essas características agradáveis desaparecendo. Os filhos ficam mais velhos e o mal que havia neles desde o início torna-se cada vez mais evidente. A avaliação da Bíblia é verdadeira: “Como se justificaria o homem para com Deus?” (Jó 9:2).
As naturezas variam, é claro. Existem jovens diligentes, com boas ambições para suas vidas e, ao que parece, conseguem realizá-las. No entanto, há outros que tentam de tudo e vão de mal a pior.
Para os diligentes e com uma vida sólida o céu não está de forma alguma aberto automaticamente. Essa esperança seria uma ilusão. Para os outros, o céu certamente não é inatingível, embora pareça isso para eles. Para uma esperança confiável em relação à vida após a morte, ambos precisam da misericórdia de Deus e da nova vida que Ele concede a todos os que se entregam a Cristo.
