Dizia Jesus: Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem.
Lucas 23:34
Amor inegavelmente grande
Esse pedido feito pelo Senhor Jesus Cristo provavelmente é bem conhecido de muitos de nossos leitores. Mas estamos totalmente cientes das circunstâncias em que esse pedido foi feito?
Ele estava pendurado na cruz com feridas nas mãos e nos pés, profundamente afetado por dores agudas e por uma sede ardente. Em torno do local da execução estavam os soldados que haviam acabado de martelar os pregos em Suas mãos e pés. Talvez o tenham feito apenas como parte do trabalho, sem nenhum sentimento e em meio às gargalhadas dos companheiros. A Bíblia relata o desprezo mordaz dos líderes do povo. Os espectadores solidários podem ter pensado: “Claro que eles não podem ser tão insensíveis a ponto de tirar a vida dEle!”. No entanto, essa era a intenção. Alguém pode ter pensado também: “Uma pessoa tão indefesa precisa de ajuda”. Outros, porém, poderiam dizer: “Deixe-o em paz! Ninguém pode demonstrar simpatia por um criminoso vil”. Pouco antes, Pilatos, o juiz do caso, fizera a pergunta: “Que mal fez este?”. Depois de dois mil anos, ainda não se tem resposta. Não havia razão justificável para Sua condenação. Um inocente foi executado.
Foi nessa situação que o Senhor orou por Seus inimigos. Esse é o detalhe notável que desejamos enfatizar. Nenhum de nós teria agido assim. Contudo, mesmo em Seus terríveis sofrimentos, Jesus pensou no perdão necessário para aqueles que O odiavam e para nós também. Isso é amor, inegavelmente grande e irresistível. E, agora que ressuscitou e está vivo, Ele ainda nos ama. Também a você!
