Lucas 20:1-18

Se esses fariseus estivessem presentes quando João batizou o Senhor Jesus, não teriam necessidade de perguntar ao Senhor com que autoridade Ele fazia “estas cousas” (vide 7:30). Ali Deus solenemente declarou ser Jesus Seu Filho amado, e O revestiu com poder para realizar Seu ministério (3:22). Além disso, tudo o que o Senhor fazia e dizia não deixava evidente que era o Pai que Lhe havia enviado? (João 12:49-50).

O Senhor ainda dá a esses homens de má fé uma oportunidade de se reconhecerem na parábola dos lavradores maus. Recusando dar a Deus o fruto da obediência, Israel desprezou, maltratou e algumas vezes matou os Seus mensageiros e os Seus profetas (2 Crônicas 36:16). E quando em amor Deus lhes deu o Seu próprio Filho, não hesitaram em lançá-LO “fora da vinha” e matá-LO. Mas o Senhor enumera as terríveis conseqüências deste último crime: Deus fará este povo iníquo perecer. Confiará a outros (tomados de entre as nações) a responsabilidade de produzir fruto para Ele. Finalmente, se por um lado não iria restar pedra sobre pedra no templo terrestre (19:44; 21:5-6), pelo outro Cristo, “a pedra que os construtores rejeitaram”, tornar-Se-ia, na Sua ressurreição, o precioso fundamento de uma casa espiritual e celestial, a qual é a Igreja (1 Pedro 2:4).