Rogo-vos, pois, eu... que andeis como é digno da vocação com que fostes chamados, com toda a humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor, procurando guardar a unidade do Espírito pelo vínculo da paz.

Efésios 4:1–3

Somos humildes?

Deus concedeu aos crentes bênçãos individuais, comuns e excepcionais, em Cristo (cf. Ef cp. 1-3) que vão muito além de nossa compreensão. Agora, o desejo de Deus é que levemos nossas vidas de acordo com este chamado e estas bençãos, não escolhendo alguns pontos que se adaptem à nossa natureza ou aos nossos interesses, mas aplicando todos na prática. Pode ser que a admoestação de “guardar a unidade do Espírito” tenha prevalecido para nós, mas e quanto à humildade, mansidão e longanimidade? A autossuficiência ou um tom de superioridade não se insinuam em nossas conversas? Se assim for, isso revelaria que o pensamento do apóstolo é estranho para nós. Paulo ministrou com toda a humildade. O Senhor Jesus era manso e humilde de coração. Ele se humilhou. Essa é a nossa atitude? Estamos “revestidos de humildade” (1Pe 5:5)? Neste tempo, em que o declínio do cristianismo é tão acentuado, nos humilhamos diante do Senhor? Nos arrependemos e confessamos nossa falta de diligência em obedecer ao que Deus nos disse na Sua Palavra? Se a verdade que recebemos for absorvida somente pelo intelecto, em vez de afetar nossas consciências e corações, o resultado será o orgulho. Como deve ferir ao Senhor — que ama toda a Sua Igreja — quando vê cristãos, a quem Ele reuniu ao redor de Si, presunçosos e complacentes. Isso foi o que caracterizou Laodiceia.

Que o Senhor nos ajude a temer e evitar qualquer forma de orgulho espiritual!