E da mesma maneira também os principais sacerdotes, com os escribas, e anciãos, e fariseus, escarnecendo, diziam: Salvou os outros, e a si mesmo não pode salvar-se.

Mateus 27:41–42

o alvo do desprezo do homem

Normalmente as pessoas teriam respeito suficiente para não demonstrar desprezo por um homem moribundo. Mas quando Jesus Cristo, o Filho de Deus, estava pendurado na cruz em terrível dor e tormento, Ele foi o alvo do desprezo do homem. Não foram apenas os soldados e pessoas comuns que mostraram seu desprezo por Ele, mas também os líderes religiosos do povo. Eles tinham de fato testemunhado como Ele havia salvado outras pessoas; no entanto, eles não admitiam que o Senhor Jesus havia realizado os milagres com poder divino e perfeito. Pelo contrário, eles atribuíram essas obras à influência demoníaca (cf. Mt 12:24), simplesmente porque se recusaram a reconhecê-Lo como o enviado de Deus.

Poucas horas antes, os homens que vieram prendê-Lo, haviam caído por terra, quando Jesus declarou: “Eu sou” (cf. Jo 18:5–6). Mas agora, ao que parecia, eles O tinham em seu poder. Por que, podemos perguntar, o Senhor Jesus não se valeu de Seu poder naquele momento?

A resposta à pergunta é: Ele desejava nos salvar de nossos pecados. Era necessário que O Justo suportasse, não apenas o desprezo dos homens, mas também a ira de Deus sobre o pecado e dar a vida por nós, os injustos. Por isso, com base na obra de redenção que Ele consumou, hoje dirige-se o apelo a todos os que desejam ser libertos da sua culpa: “Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo” (At 16:31).