Assim o sacerdote por ele fará expiação do seu pecado, e lhe será perdoado. Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados.

Levítico 4:26; 1 João 1:9

Perdão

Para que a questão do pecado fosse retificada, era necessário primeiro a propiciação. As justas reivindicações de Deus tinham que ser cumpridas, pois cada pecado ofendia Sua santidade. Para este propósito, Cristo, Seu próprio Filho, deu Sua vida na cruz em sacrifício. Essa obra é absolutamente abrangente em seus efeitos. Cristo é “o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (Jo 1:29). Portanto, não há um único pecado pelo qual Deus não tivesse recebido propiciação no sacrifício de Cristo. Sendo assim, Deus agora pode perdoar todo aquele que confessa seus pecados. Ele pode fazer isso sem prejuízo algum à Sua santidade, pois Ele já recebeu a satisfação. Podemos ver a diferença entre propiciação e perdão já nos serviços sacrificiais de Israel. Somente quando o sangue de um animal sacrificado tinha feito a expiação, o pecado do ofertante era perdoado. Perdão é o que o pecador recebe, mas não o recebe sem confissão. Este princípio está presente em toda a Bíblia. Falando do Seu sangue que derramaria na cruz, o Senhor disse; “Meu sangue… que é derramado por muitos, para remissão dos pecados” (Mt 26:28). Não são todos, mas apenas aqueles que confessaram seus pecados e reivindicaram o sacrifício de Cristo para si mesmos pela fé que são perdoados.

O convite de Deus para que confessemos nossos pecados e creiamos em Seu Filho Jesus Cristo permanece até hoje, pois “todos os que nele creem receberão o perdão dos pecados pelo seu nome” (At 10:43).