Jesus de Nazaré... andou fazendo bem, e curando a todos os oprimidos do diabo, porque Deus era com ele. Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo.
Atos 10:38; 2 Coríntios 5:19
Jesus, o homem perfeito
Ele deixou o céu para se tornar um homem. Ao nascer, foi colocado em uma manjedoura, uma criancinha dependente de Maria, sua mãe. Era submisso a Seus pais, trabalhava para ganhar a vida e vivia na pobreza (2Co 8:9). Em Seu ministério, sem casa própria, Ele ia de um vilarejo a outro para aliviar o sofrimento físico ou moral, curava os doentes, consolava os aflitos, os excluídos. Ele não levava em conta Sua própria sede, fome ou cansaço. Ele foi incompreendido e desprezado, até mesmo por Seus amigos e familiares. Foi negado e abandonado pelos que lhe eram mais próximos e traído por um deles. No final de Seu ministério de pouco mais de três anos, embora fosse inocente, foi preso, insultado, açoitado, condenado e crucificado. No entanto, no momento da crucificação, Ele pediu a Deus que perdoasse aqueles que o ultrajaram. Morrendo para nos salvar, Jesus, que nunca havia pecado, foi feito pecado “por nós” (2Co 5:21). Ele sabia de antemão tudo o que lhe aconteceria (Jo 18:4), mas voluntariamente e submisso à vontade de Deus, Ele trilhou Seu caminho de sofrimento até a cruz, para a glória de Deus, Seu Pai, e por amor a nós.
Ressuscitado, Ele apareceu aos Seus para fortalecer a sua pequena fé. Depois de ter ascendido ao céu com Seu Pai, enviou o Espírito Santo à Terra para estar conosco. Agora, no céu, o Senhor Jesus aguarda o momento de receber os Seus, para estarem com Ele. Ele se preocupa com eles, intercedendo por eles constantemente.
