Deus não sobrecarrega o homem mais do que é justo, para o fazer ir a juízo diante dele. Quebranta aos fortes sem que se possa inquirir, e põe outros em seu lugar... Ele conhece, pois, as suas obras.
Jó 34:23-25
Sujeito a investigação
Uma das práticas favoritas da imprensa é publicar suas entrevistas com pessoas suspeitas de diversas más condutas. Esse procedimento frequentemente é o início de processos jurídicos que podem levar muito tempo até se tomar uma decisão quanto a tomar medidas jurídicas ou não.
Quem não ficaria alarmado em ser levado perante um juiz, mesmo se considerando capaz de se inocentar? Imagine se todas as nossas ações fossem trazidas à luz!
Entretanto, essa é a situação de cada um de nós diante de Deus, o supremo Juiz. “Todas as coisas estão nuas e patentes aos olhos daquele com quem temos de tratar” (Hb 4:13).
Deus não precisa de nenhum inquérito, testemunhas, provas ou evidência incriminante, cuja ausência pudesse permitir ao culpado escapar das consequências. Ele tem o conhecimento pleno de tudo e julga sem precisar deliberar previamente.
Se “não se executa logo o juízo sobre a má obra” (Ec 8:11), é porque Deus “é longânimo… não querendo que alguns se percam, senão que todos venham a arrepender-se” (2 Pe 3:9).
“Quem crê nele não é condenado; mas quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus” (Jo 3:18).