Vendo eu sangue, passarei por cima de vós, e não haverá entre vós praga de mortandade, quando eu ferir a terra do Egito.
Êxodo 12:13
O cordeiro pascoal
O relato referente ao cordeiro pascoal, em Êxodo 12, tem muitos paralelos com o evangelho da graça de Deus. A situação inicial. Deus havia anunciado o juízo iminente. Ele iria matar todos os primogênitos na terra do Egito. De modo similar, o juízo de Deus paira sobre o mundo inteiro hoje. Ele tem que punir os pecadores eternamente. A Sua Palavra confirma a ameaça.
O meio de salvação. Deus deu aos israelitas uma possibilidade de escapar do Seu julgamento. Eles deveriam matar um cordeiro e pintar as ombreiras e a verga da porta com o sangue dele. Então, Ele os pouparia. Hoje em dia, também há um Salvador que se posicionou entre o julgamento divino e o pecador: Jesus Cristo, o Cordeiro de Deus. Ele sacrificou Sua vida na cruz, “para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3:16).
Fé salvadora. Os israelitas deviam crer no que Deus havia prometido e executar todas as Suas instruções para serem poupados do julgamento. Este princípio igualmente se aplica hoje em dia. Somente aqueles que reconhecerem sua culpa diante de Deus e se apropriarem pessoalmente, pela fé, da obra redentora do Senhor Jesus serão salvos. Segurança. Na noite em que o julgamento varreu o Egito, os israelitas nas suas casas não viram o sangue nos batentes das suas portas. Porém, Deus o viu e os poupou. Semelhantemente, a segurança da nossa salvação não reside em nós mesmos, mas no fato de que Deus aceitou a morte do Seu Filho como base da nossa salvação.